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Motociclismo em destaque na 22ª Gala da Desporto

FotoGala

Realizou-se ontem no Casino Estoril mais uma Gala do Desporto promovida pela Confederação do Desporto de Portugal. Na sua 22ª edição a mesma decorreu no espaço nobre do emblemático casino onde foram conhecidos os vencedores das cinco categorias que premeiam os melhores dos melhores do desporto luso entre atletas e equipas sem esquecer os treinadores. Ao mesmo tempo são premiados aqueles que mais se destacaram a nível internacional com presença de destaque em campeonatos mundiais ou europeus e ainda os que se destacam pela contribuição para as modalidades que defendem, como dirigentes ou com responsabilidade no desenvolvimento das mesmas.

O motociclismo esteve novamente representado de forma notada e depois da devida e merecida homenagem a Armando Marques e também a Arnaldo Martins, o vencedor da Taça do Mundo de Bajas em Moto4, o momento alto da noite estava reservado para Miguel Oliveira que recebeu pela segunda vez o título de melhor atleta desportivo do ano, distinção que junta aquela que tinha já obtido em 2015, sendo esta a terceira vez que um piloto de motociclismo vence o prémio depois de Hélder Rodrigues ter sido o primeiro em 2011, ano em que foi também Campeão do Mundo Cross-Country e Rallyes.

Uma noite em cheio para os pilotos do motociclismo luso que pela terceira vez viu um dos ‘seus’ ser o melhor do ano na Gala do Desporto.

Miguel Oliveira candidato a Desportista do Ano

Depois do fantástico ano de 2017 aos comandos da KTM Moto2 com que foi terceiro classificado no campeonato do mundo, Miguel Oliveira é mais uma vez candidato a Desportista do Ano. A 22ª edição da Gala do Desporto promovida pela Confederação do Desporto de Portugal irá coroar o desportista do ano, mas até lá decorre a votação pública para o apuramento do atleta com maior votação do público.

Os votos nas diversas categorias podem ser feitos através do link: https://certvote.com/mballot/cdp2017/registration

Esta não é a primeira vez que Miguel Oliveira integra esta exclusiva lista e mais uma vez é um dos cinco escolhidos pelo júri após ter sido indicado como o candidato da Federação de Motociclismo de Portugal. Em 2015 o piloto de Almada foi eleito Desportista do Ano depois de ter sido vice-campeão do mundo de Moto3.

Medalha de Mérito Desportivo para Felisberto Teixeira

Felisberto

Na última Assembleia Geral da Federação de Motociclismo de Portugal, realizada antes do final do ano, um dos momentos unânimes da sessão foi a aprovação por parte da assembleia das Medalhas de Mérito Desportivo – a mais alta distinção atribuída pela FMP – a Felisberto Teixeira.

O ex-piloto de Vila Meã, perto de Penafiel, tornou-se essencialmente conhecido através das suas vitórias e sucessos aos comandos das Suzuki da equipa oficial do construtor japonês no nosso país, mas ao longo da suas carreira Felisberto foi também um dos pilotos da então existente equipa da velocidade da FNM (esse era o nome da federação na altura) que participou em várias épocas consecutivas no Europeu de Velocidade com as Yamaha TZ 250.

Felisberto Teixeira foi também o primeiro – e único até ao momento – português a competir na classe maior do campeonato do mundo de velocidade (MotoGP) quando em 1998 competiu no GP de Espanha em Jerez de La Frontera aos comandos de uma Honda V2, a 500 que a marca japonesa disponibilizava então para os amadores. No ano 2000 – depois de um ano em que esteve no mundial Supersport onde foi igualmente o primeiro luso a tempo inteiro – voltou ás pistas do mundial quando participou no GP de Portugal com uma Yamaha TZ 250 da equipa de Luis D’Antin.

Nascido a 16 de Maio de 1970 em Paris, o penafidelense hoje arredado das corridas esteve também na equipa da Suzuki/Shell no mundial de resistência e nas pistas dos nacionais conquistou vários títulos nas classes maiores da época. Logo após ter recebido a noticia da merecida distinção, Felisberto Teixeira recordou uma das ‘suas’ TZ 250 que está na sede da Federação de Motociclismo de Portugal em Lisboa, moto que poderá muito em breve regressar ás pistas pelas mãos do piloto num evento adequado a tal ‘regresso’ de um dos grandes nomes do motociclismo português.

Velocidade 2020 2018: Duas classes na iniciação à velocidade

Depois do sucesso do ano de lançamento com a presença de vários pilotos nos kartódromos que integraram o calendário e mais de duas centenas de jovens a experimentar a condução de uma moto nas várias acções de captação, o projecto Velocidade 2020 ganha uma nova classe para o ano de 2018, o segundo de existência desta iniciativa.

No próximo ano o Velocidade 2020 terá duas categorias, Infantis e Iniciados, sendo que a categorias dos mais jovens será destinada  todos os que tenham idade compreendida entre os 7 e os 12 anos e a nova categoria será destinada a jovens pilotos com idade entre os 10 e os 16 anos. As motos a utilizar serão as IMR 90 já conhecidas de 2017, cabendo à MIR 220 Moto5 a opção como moto para a nova classe.

O calendário e o regulamento final será anunciado na primeira quinzena de Janeiro, sendo que as provas realizar-se-ão exclusivamente em kartódromos.

Calendários Desportivos 2018

Com uma dezena de campeonatos nacionais em agenda – faltam ainda definir as datas do Trial e Supermoto – o ano de 2018 prometye muita animação ao longo de todos os seus fins-de-semana, ou quase todos. Os calendários para o próximo ano estão já definidos nas restantes modalidades, com algumas novidades, nomeadamente no Motocross com o regresso de Carrazeda de Ansiães após quase uma década de ausência, o formato tradicional do Supermoto em 2018 e a estreia do novo campeonato nacional Rally Raid. O próximo ano será igualmente de muita actividade de campeonatos dos mundo e da Europa no nosso país.

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2017 foi ano de crescimento

AG

No fecho de mais um ano a sede da Federação de Motociclismo de Portugal recebeu no passado Sábado a Assembleia Geral Ordinária da instituição onde foram divulgados os planos de actividades para o próximo ano nas diversas áreas de intervenção da FMP em conjunto com a aprovação do orçamento para o ano de 2018.

Mais uma vez foram os delegados a exercer o seu direito de voto tendo comparecido ao acto 15 dos 40 representantes, dois deles via video-conferência, aos quais se juntaram 13 clubes.

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FMP