Jogos Santa Casa: Patrocínio renovado até 2018

Os Jogos Santa Casa (JSC) renovaram o patrocínio com a Federação de Motociclismo de Portugal (FMP) até 2018. Esta parceria estabelece que os Jogos Santa Casa são o Patrocinador Oficial das Selecções Nacionais séniores e de duas provas internacionais: o Mundial de Enduro em Castelo Branco, e a Taça do Mundo de Bajas em Idanha-a-Nova.

Para além do patrocínio às Seleções Nacionais e às maiores provas dos calendários, os Jogos Santa Casa quiseram também apostar na prevenção rodoviária, promovendo iniciativas de sensibilização para as boas práticas de condução.

Neste âmbito estão previstas actividades dirigidas ao público interno e utentes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), que visam o contacto e experimentação, assim como o aperfeiçoamento na condução de um motociclo. Estão ainda previstas acções de baptismo de pista em UTV para portadores de deficiência, cursos de condução defensiva e a participação de colaboradores da SCML no Portugal Lés-a-Lés (um evento de mototurismo, que promove o convívio e o conhecimento do nosso riquíssimo património paisagístico, histórico e cultural).

Maria João Matos, directora de Comunicação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, mostrou-se satisfeita com a renovação desta “aliança” e afirma que “este foi um acordo natural, que vem reforçar a parceria que os Jogos Santa Casa têm, desde 2013, com a FMP e que decorre da política de patrocínios seguida nos últimos anos pelos Jogos Santa Casa, assente no apoio ao universo federativo e aos Comités Olímpico e Paralímpico”.

A directora de comunicação sublinha, ainda, que “os Jogos Santa Casa acreditam no sonho e apostam na vitória do talento nacional.” Recorda, também, que “actualmente apoiam 12 federações desportivas e que são a marca que mais apoia o desporto em Portugal.”

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ISDE 2017: Séniores sobem, Senhoras resistem

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Com temperaturas a rondar os 35 graus o segundo dia da 92ª edição dos International Six Days foi de altos e baixos para as equipas lusas. Naquela que é a sétima visita da prova a solo francês os pilotos enfrentaram o mesmo percurso do dia de ontem, com mais de 250 quilómetros e cinco especiais cronometradas, com as equipas Sénior e Feminina a subirem na geral e os Júniores a manterem o 13º lugar mesmo depois do abandono de André Martins.

A temperatura e o pó nas especiais continuam a ser adversários de respeito e temidos para os pilotos que integram o imenso pelotão que está em França a participar na mais antiga prova do motociclismo mundial.

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ISDE 2017: Armada lusa reforça posições

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Ao terceiro dia de competição os International Six Days Enduro viram as três selecções portuguesas presentes na prova manter as suas posições entre o pelotão das três categorias mais importantes da 92ª edição desta maratona que termina apenas no Sábado.
No dia que marcou o final da primeira metade da competição a organização desenhou um percurso totalmente novo, com pouco menos de 250 quilómetros e mais uma vez com cinco especiais cronometradas. A formação Sénior de Portugal confirmou o quarto posto que assumiu no final do dia de ontem e é nessa mesma posição que se mantém com mais de cinco minutos de vantagem para os ingleses. Os Juniores – que perderam ontem André Martins – continuam a ocupar a 13ª posição e estão a cinco minutos do 12º lugar, enquanto que as Senhoras estão no sétimo posto da geral a seis minutos do sexto posto.

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ISDE 2017: Portugal reedita melhor resultado de sempre

Terminou hoje em Brive-La-Gaillarde a 92ª edição dos International Six Days Enduro e 18 anos depois de Coimbra a equipa portuguesa sénior voltou a alcançar o quarto posto final, a melhor prestação de sempre uma uma equipa portuguesa.

Luis Oliveira, Diogo Ventura, Gonçalo Reis e João Vivas foram os quatro magníficos que durante toda a semana enfrentaram quase 250 quilómetros diários de prova, uma mão cheia de especiais dia após dia, temperaturas muito elevadas e muito pó. Sem problemas o quarteto foi liderado por Luis Oliveira no final da competição, com este a discutir mesmo um lugar entre os dez melhores na classe E2, tal como Diogo Ventura, posição que no entanto não conseguiram manter no final deste derradeiro dia com Luis Oliveira a terminar na 11ª posição e Diogo Ventura no 14º posto no final de uma prestação global onde mostraram toda a sua rapidez perante os melhores pilotos do mundo. Em dia de festa também João Vivas e Gonçalo Reis colocam os seus nomes na história da modalidade em Portugal, com Vivas a ser o 47º e 18º da classe E1 e Gonçalo Reis em 57º, ele que fez aqui a sua estreia com uma moto da classe E3, a categoria maior em termos de cilindrada dos motores das motos, fechando no 15º posto da classe.

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