Nacional Enduro – CFL: Época arranca em Vila Nova de Santo André

A época desportiva 2018 começa já no próximo Domingo (28 de Janeiro) com a realização da primeira prova do calendário 2018 do Campeonato Nacional de Enduro – CFL. Uma novidade no calendário que leva a modalidade novamente até à região sul de Portugal com organização da Associação Motor Sport de Vila Nova de Santo André e que irá também levar os pilotos do CNE até aos trilhos de areia da região.

Nesta sua estreia no calendário do campeonato o clube anfitrião desenhou um percurso com 50 quilómetros de extensão onde estão englobadas as três especiais cronometradas e que será percorrido por três vezes e meia pelas classes maiores (Elite e Open). As Cross Test e Enduro Test serão especiais em piso arenoso com a primeira a estar localizada junto ao grupo desportivo da Repsol e a segunda junto à rotunda de acesso à A-26. A Extreme Test estará junto ao IP8 na saída para Santa Cruz/Santiago do Cacém.

Neste regresso do Enduro aos trilhos Diogo Ventura irá iniciar a defesa do título absoluto que conquistou de forma invicta em 2017, defesa essa que tem ordem de partida marcada para as 10 horas da manhã de Domingo desde o Parque-Fechado localizado junto à Biblioteca Municipal da cidade de Vila Nova de Santo André. De destacar que nesta primeira prova do campeonato não estarão os pilotos da Enduro Cup.

Fausto Mota foi 43º no Dakar

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Numa edição negra para os pilotos lusos – Paulo Gonçalves e Mário Patrão não alinharam à partida e Joaquim Rodrigues Jr. abandonou logo no primeiro dia de competição, Fausto Mota foi o único luso a concluir a 40ª edição do Dakar em moto. Aos comandos de uma Yamaha o piloto de Marco de Canavezes terminou na 43ª posição, o seu melhor resultado de sempre, no final daquela que foi a sua terceira presença na prova sul-americana.

 

Basaula foi quarto em Birmingham

Aos comandos da sua Kawasaki e depois do brilhante terceiro lugar na semana anterior Hugo Basaula alcançou na terceira ronda do campeonato britânico Arenacross uma fantástica quarta posição para se manter na luta pelo título. No Genting Arena o campeão nacional esteve em plano de evidência mais uma vez e ruma a Belfast com apenas sete pontos de diferença para o primeiro da classificação geral.

Mais uma grande exibição de Basaula que continua a maravilhar os britânicos com a sua rapidez e espectacularidade.

MX e SX 2018: Calendários confirmados

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A pouco mais de um mês do arranque da época 2018 do Motocross Nacional, estão definitivamente alinhados os calendários dos diversos campeonatos de motocross (nacionais e regionais) bem como o nacional de supercross, novamente desenhado no mês de Agosto.

Com nove provas em agenda o Motocross Nacional será o primeiro a arrancar com a prova de Alqueidão, fechando em Junho na localidade de Carrazeda de Ansiães. Os campeonatos Infantis A e B e os Iniciados irão igualmente marcar presença em algumas das rondas do mesmo, dividindo algumas datas com os regionais.

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FMP e ACAP apresentam esclarecimento sobre sinistralidade com motos

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A ACAP – Associação Automóvel de Portugal,  em representação das empresas do sector do comércio  de motociclos, e a FMP – Federação de Motociclismo de Portugal, em representação dos motociclistas, vêm esclarecer que, apesar de se ter verificado um crescimento do número de acidentes com vítimas mortais em veículos de duas rodas a motor face ao período homólogo de 2016, o mesmo não se traduziu num aumento da taxa de sinistralidade, nem que existe uma relação de causalidade entre a Lei das 125cc e o aumento do número de vítimas, pelas seguintes razões:

  1. A Lei das 125cc (Lei nº 78/2009), aprovada por unanimidade na Assembleia da República, resultou da transposição da Directiva nº 91/439/CEE, tendo sido Portugal um dos últimos países a adoptá-la, em Agosto de 2009.
  1. Desde essa altura, e ao inverso do que tem sido afirmado, a taxa de sinistralidade tem diminuído de forma constante e sistemática.
  1. Os dados estatísticos disponíveis não evidenciam que o aumento do número de acidentes com vítimas mortais ocorra no segmento dos motociclos até 125 cm3, representando estes uma pequena percentagem do número total de mortes.
  1. O aumento do número de vítimas mortais em 2017 envolvendo os veículos de duas rodas a motor deve-se, essencialmente, ao chamado “efeito estatístico de base”, ou seja, decorre do facto de o período homólogo de 2016, que serve de base de comparação, ter sido o mais baixo de sempre.
  1. O parque e o tráfego de motociclos cresceram significativamente nos últimos anos, acompanhando a tendência registada na Europa de procura de veículos dotados de maior mobilidade, economia e contributo para a descarbonização.
  1. Apesar do aumento da circulação de motociclos, o número de vítimas mortais em percentagem do parque circulante tem vindo sistematicamente a diminuir nos últimos anos e este dado é que é importante.
  1. O número de vítimas mortais em percentagem do total de acidentes envolvendo veículos de duas rodas com motor tem vindo a reduzir-se significativamente, tendo passado de 3% entre 2000 e 2005, para 2% entre 2006 e 2014, e, finalmente, para 1% entre 2015 e 2017.
  1. Por último, salientamos a importância da utilização de veículos de duas rodas, que cumprem os mais exigentes critérios em matéria ambiental e de segurança, contribuindo para a redução das emissões de CO2 e para uma melhor mobilidade dos cidadãos, bem como para uma melhor gestão dos espaços urbanos, designadamente do tráfego e do estacionamento, por parte das autarquias.

A ACAP e a FMP já solicitaram, com carácter de urgência, uma audiência ao senhor Ministro da Administração Interna, com o objectivo de apresentar as suas posições sobre esta delicada matéria.

Motociclismo em destaque na 22ª Gala da Desporto

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Realizou-se ontem no Casino Estoril mais uma Gala do Desporto promovida pela Confederação do Desporto de Portugal. Na sua 22ª edição a mesma decorreu no espaço nobre do emblemático casino onde foram conhecidos os vencedores das cinco categorias que premeiam os melhores dos melhores do desporto luso entre atletas e equipas sem esquecer os treinadores. Ao mesmo tempo são premiados aqueles que mais se destacaram a nível internacional com presença de destaque em campeonatos mundiais ou europeus e ainda os que se destacam pela contribuição para as modalidades que defendem, como dirigentes ou com responsabilidade no desenvolvimento das mesmas.

O motociclismo esteve novamente representado de forma notada e depois da devida e merecida homenagem a Armando Marques e também a Arnaldo Martins, o vencedor da Taça do Mundo de Bajas em Moto4, o momento alto da noite estava reservado para Miguel Oliveira que recebeu pela segunda vez o título de melhor atleta desportivo do ano, distinção que junta aquela que tinha já obtido em 2015, sendo esta a terceira vez que um piloto de motociclismo vence o prémio depois de Hélder Rodrigues ter sido o primeiro em 2011, ano em que foi também Campeão do Mundo Cross-Country e Rallyes.

Uma noite em cheio para os pilotos do motociclismo luso que pela terceira vez viu um dos ‘seus’ ser o melhor do ano na Gala do Desporto.

FMP